sexta-feira, 24 de abril de 2009

Continuação

Se bem se lembram, a comemoração do nosso 10º Aniversário foi um fracasso! A comissão organizadora, constituída por mim, pela Anita e pela Aurea, teve muito trabalho, muitas ideias e muitas reuniões. Fizemos um jornalinho, o Trintinha, íamos fazer um livro e a festa seria numa Quinta, entre Braga e Guimarães, com piscina, parque infantil, discoteca só para nós e etc. Cheguei a reservar e pagar um sinal, que nunca recuperei (mas depois um grupo honesto, encabeçado pela Miguel, dividiu esta despesa comigo). No final não houve quorum e tudo foi cancelado. Uma pena e uma vergonha! Fizemos só um simples jantar e a Anita fez um bonito diploma para cada um dos presentes. Eu fiquei tão zangado que nunca mais organizei um jantar oficial e nunca mais escrevi no Livro de Actas, até ao jantar dos 20 anos. A única coisa boa desse tempo foi eu ter ido almoçar e lanchar várias vezes com a Anita e a Aurea, o que fazia com que vários gajos ao passar me lançassem olhares de inveja por eu estar sózinho com duas gajas boas! E eu todo contente com um sorriso maroto como que a dizer: sim, são boas mas são minhas! Carago, bons tempos! Adiante. Assim, como nós fizemos vários jantares não-oficiais e outros quando vinham cá "avecs" (os que andam lá fora a lutar pela vida, coitadinhos...), vou passar a publicar fotos desses encontros. Mas antes, vamos recordar o "Trintinha" e afins. Vai haver poucas palavras e muitas imagens. Passem a clicar nas imagens para aumentar e ler bem os textos do jornalinho. Boas visitas ao blog e fiquem a saber que aínda não vos perdoei a traição do 10º Aniversário! (com excepção da Anita, Aurea, Miguel, Carneiro, que teve um acidente e ficou pelo caminho, Ausenda e mais alguém que agora não me lembro... talvez o Jorge e Beta??? peço desculpa se falhei algum).
Ginho

quarta-feira, 22 de abril de 2009

Acta Nº 8

No dia 7 de Junho de 1997 realizou-se o 8º encontro anual de Licenciados em RI 84-88. Como já devem ter concluído aqueles que sabem fazer contas, este ano deveria ser o 9º mas se é só o 8º é porque não se realizou o devido no devido tempo. O ano passado não houve encontro devido a uma incompreensível falha do organizador escolhido, o Carneiro, o que mereceu um olhar reprovador de todos os colegas. Oh pra nós todos a olhar pra ele… Adiante.
Como costume, o encontro foi no Brasileira. Mantendo o título de “A mais obcecada pela pontualidade”, a Ausenda foi a 1ª a chegar. Ela, o Ginho, a Anita e o Carneiro continuam a ser os totalistas. Veremos se a Aurea ainda chega. Chegou. A Miguel, a Teresa e a Miúcha completam o ramos de maravilhosas flores maduras (mas ainda não murchas), que embelezam o nosso encontro.
Miguel: casou com o Rui. A festa foi íntima mas deu muito lucro. Vestiu-se mais arranjadinha e o Rui foi de fato. Vive em Ovar. O trabalho principal de momento é fazer um filho. O emprego é o mesmo e o aborrecimento já não é tanto.
Carneiro: está a estudar para prof. Se não o fizer, como desce na escala todos os anos, qualquer dia vai parar ao Casal Ventoso. A paixão mantém-se. O casamento vai de vento em popa mas sem consequências.
O Oto casou. A Miguel foi madrinha de chapéu. A festa foi brejeira mas bonita.
Ausenda: a mãe não a deixa ser mãe solteira. O anel é de noivado mas o noivo é mexicano de bigode espetado. O pai saiu de casa por culpa dela e da mãe. Voltou para o Alentejo e cria vacas. Liga todos os dias e conta, orgulhoso, as habilidades dos bezerros. Depois da Bonança, ainda não veio a tempestade. Sexualmente a vida dela continua muito agitada (perguntei-lhe se tinha onde dormir. A minha casa hoje está livre).
Aurea: está a fazer o doutoramento em Compostela. Tema da tese: a supra-nacionalidade segundo o apóstolo Kant. Parece ser grave! Vai ser doutora por extenso. O anel de noivado (?) brilha mas foi dado por um amigo. Afinal o Fernando não lhe deu ainda nenhum anel. Continua a preferir viver sozinha. Teve um aumento de 10 contos por ser mestre.
Anita: as noites são geladas. Foi aumentada muito em trabalho e pouco em salário. Mas vai viajar imenso no futuro.
Teresa: é encarregada pelo gabinete de inserção na vida profissional da Escola Agrícola de Sto. Tirso. Em resumo: goza os labroscas! Os vícios são os mesmos de antes. O tio-avô dela, Tomás Pelayo, não lhe arranjou emprego na escola dele.
(letra diferente: Carneiro?): as duas meninas de quem se fala nos parágrafos anteriores têm noites geladas. Não se esforçam o suficiente. Valha-me Deus, não havia necessidade! (É mentira, a necessidade é maior!) E disse o Ginho: - “Calma lá! Lembrei-me agora que eu já dormi com vocês as duas!” Afinal. Nem tudo está perdido!
Miucha: casou-se com um meu conterrâneo. Tem uma vida amena. Não tem filhos. Ainda não está rica. A empresa é a mesma e continua a administrar condomínios.
Ginho: comprou casa em Guimarães. Vendeu a de Braga mas não mudou ainda. Arranjou uma velha francesa que lhe deu sociedade em troca de certos trabalhinhos! Agora é agente comercial e está muito deprimido por não ter problemas para resolver. A filha expulsa-o da cama todas as noites mas ele já se habituou ao sofá. Hoje está sozinho em casa. Já perguntou a todas as colegas se têm onde dormir esta noite.
A grande questão foi: a mulher do Zá era loira ou morena? Loira era a do Sérgio, a que arrastava a perna…
Ficou decidido que o 10º aniversário vai ser comemorado convenientemente. Os presentes comprometeram-se a ajudar a convencer todos os ausentes a aderir. Terá que ser tomado a sério.
O jantar foi no Abade de Priscos. Custou 2.100$00 e a empregada da camisola laranja era muito bonita.
Ficou também decidido que para o 10º aniversário cada um poder trazer o arrasto ou arrastos que quiser ou não (conforme der mais jeito).
A noite acabou na casa do Ginho em grande orgia de corpos, almas e álcool. Foi muito giro!!!... Sexo, mentiras e vídeo.