
domingo, 21 de dezembro de 2008
Feliz Natal
Feliz Natal para todos e que em 2009 continuemos todos cá para nos encontrarmos sempre que quisermos e pudermos. Beijos e abraços.

sexta-feira, 12 de dezembro de 2008
ACTA Nº 5
Era o dia 29 de Maio de 1993. Pelas 19h20 o herói deu o último retoque no cabelo, vestiu o impermeável e despediu-se da mulher com a seguinte frase: “Não esperes por mim, não sei a que horas volto”, deixando-a lavada em lágrimas. Estacionou o carro a 20 metros do “Brasileira”. Levantou 10 contos no Multibanco e dirigiu-se á porta da entrada. Já lá estavam as duas, a Ausenda e a Anita, as duas primeiras dos 3 A’s. “Merda”, pensou ele. “Para que raio escolheram uma mesa de 2 lugares se vamos ser pelo menos meia dúzia?” Na outra ponta do café estavam já os R.I.’s 83-87, que incluem alguns exemplares de 83-88 e que curiosamente marcaram um jantar de curso para o mesmo dia e local. A Miguel, organizadora da Reunião, foi a 4ª a aparecer, depois de já lá ter estado primeiro. A Myléne foi a seguinte, exibindo de imediato a sua nova condição de mulher casada. Seguiram-se o Sérgio, a Aurea, Beta e Jorge e o Carneiro. A Teresa era esperada mas falhou.
O jantar foi na Adega Transmontana. A escolha da ementa revelou-se um momento de extrema emoção: Posta á Mirandesa para todos! “Cambada de carneiros!”, pensou o herói, “isto sem ofensa para o dito cujo, que até foi dos primeiros a escolher”.
A Ausenda, vítima de duas crises de vesícula, pediu água, a Aurea partilhou uma cerveja com o herói, com a consequente vontade deste partilhar algo mais, e do sorriso malandro e interessado desta, e todos os outros beberam vinho, com destaque para a Myléne que ao mesmo tempo bebia água das pedras.
O herói propôs um voto de louvor ao ultimato da Miguel que foi o mais original e com mais tempo de antecedência de todos os que se realizaram até hoje. Este voto foi aprovado por unanimidade.
O Sérgio, já sob o efeito do verde branco, virou um copo sobre a Myléne, que conseguiu salvar o casaco após meia hora de esfreganço. Além disso, o Sérgio foi alvo de um protesto geral por ter passado o jantar a reclamar com tudo e com nada.
A sobremesa deixou todos desconfiados. Seria do congelador? Seria do cozinheiro? A verdade é que todos pareciam vomitado de bebe, menos o do Carneiro que parecia vomitado de bebé com morangos e o da Ausenda que parecia um cagalhão largado por uma vaca e pisado por um porco, segundo palavras da própria. A laranja do Jorge era boa e no final todos pararam tudo.
A Aurea insistiu em deixar na Acta que tinha partilhado com o herói o último pedaço de carne, no mesmo prato e com o mesmo garfo.
O Sérgio protagonizou o momento original da noite. Distribuiu posters com a caricatura de cada um para preencher uma espécie de censo em que cada um declarou o seu status actual. No final ficou a sensação de que tinha dado mais trabalho do que o que valeu. É claro que na frente todos disseram ao Sérgio que tinha sido uma ideia giríssima. Sabe-se lá o que disseram por trás.
1.800$00 pelo jantar! Se isto continua assim daqui a uns anos estamos a comer de graça. Brilhante!
Foi lido o poema do Raúl e da Cristina que chegou por fax.
O jantar foi na Adega Transmontana. A escolha da ementa revelou-se um momento de extrema emoção: Posta á Mirandesa para todos! “Cambada de carneiros!”, pensou o herói, “isto sem ofensa para o dito cujo, que até foi dos primeiros a escolher”.
A Ausenda, vítima de duas crises de vesícula, pediu água, a Aurea partilhou uma cerveja com o herói, com a consequente vontade deste partilhar algo mais, e do sorriso malandro e interessado desta, e todos os outros beberam vinho, com destaque para a Myléne que ao mesmo tempo bebia água das pedras.
O herói propôs um voto de louvor ao ultimato da Miguel que foi o mais original e com mais tempo de antecedência de todos os que se realizaram até hoje. Este voto foi aprovado por unanimidade.
O Sérgio, já sob o efeito do verde branco, virou um copo sobre a Myléne, que conseguiu salvar o casaco após meia hora de esfreganço. Além disso, o Sérgio foi alvo de um protesto geral por ter passado o jantar a reclamar com tudo e com nada.
A sobremesa deixou todos desconfiados. Seria do congelador? Seria do cozinheiro? A verdade é que todos pareciam vomitado de bebe, menos o do Carneiro que parecia vomitado de bebé com morangos e o da Ausenda que parecia um cagalhão largado por uma vaca e pisado por um porco, segundo palavras da própria. A laranja do Jorge era boa e no final todos pararam tudo.
A Aurea insistiu em deixar na Acta que tinha partilhado com o herói o último pedaço de carne, no mesmo prato e com o mesmo garfo.
O Sérgio protagonizou o momento original da noite. Distribuiu posters com a caricatura de cada um para preencher uma espécie de censo em que cada um declarou o seu status actual. No final ficou a sensação de que tinha dado mais trabalho do que o que valeu. É claro que na frente todos disseram ao Sérgio que tinha sido uma ideia giríssima. Sabe-se lá o que disseram por trás.
1.800$00 pelo jantar! Se isto continua assim daqui a uns anos estamos a comer de graça. Brilhante!
Foi lido o poema do Raúl e da Cristina que chegou por fax.
Por tradição foi sugerido que se sorteasse democraticamente a Isabel como a próxima organizadora deste encontro. O sorriso cruel da Miguel recelou que a vingança é um prato que se come frio.
Queima das Fitas
E a Queima? Aínda se lembram? Na altura pareceu-me maravilhoso. Agora já não acho que tenha sido tão extraordinário. Eramos novos... Aqui vão algumas fotos. A mais bonita já a publiquei no primeiro artigo deste blog, para apresentar o nosso nascimento, por isso não a repito aqui. 




quarta-feira, 10 de dezembro de 2008
Acta Nº 4
O 4º encontro anual dos RI’s de 84-88 realizou-se no dia 30 de Maio de 1992. A organizadora de recurso foi a Aurea, após o espectacular fracasso da Angelina que além de não ter organizado nada, já nem sequer se lembrava do jantar. É assim que todos estamos em dívida para com a Aurea, agradecidos eternamente! Bem hajas Aurea! Que Deus te dê o eterno descanso!
Pois, para quebrar a tradição, o Luís, a Isabel, a Ausenda, a Lolita, o Carneiro, o Ginho, a Aurea, o Jorge, a Beta, a Anita e a Myléne, encontraram-se no Brasileira.
Novidades: o Luis e a Lolita têm dores de ouvidos ao andar de avião; o Carneiro tem um carro novo e está farto da crise no Vale do Ave; a Aurea é prof; o Ginho casou (de livre vontade e sem coações); o Jorge e a Beta estão quase (com o consequente desespero do Jorge e o riso cínico do Guinho); e a Isabel vai para o emprego antes das 7h00 para fugir ás bichas (filas).
A Casa de Pedra em Amares, bem juntinho ao lagar, foi o local escolhido para o melhor da festa. Durante a conversa antes do jantar, destacou-se a seguinte piada do Carneiro: um amigo dele meteu-se com uma garina na discoteca. Ela disse-lhe: “não me consumas!”. Ele replicou: “porquê, está fora do prazo?”
Jamais, disse a Lolita.
A Ausenda animou-se de verdade ao falar de seguros. Era enternecedor ver as caras animadas dos colegas, verdadeiramente interessados no assunto.
A Aurea perguntou ao Jorge com ar libidinoso: “Oh meu, a que horas sais?” Viram-se claramente estampadas na expressão facial do Jorge súbitas dúvidas em relação ao sacramento do matrimónio.
Deu que pensar as alterações ao mapa da Europa desde que acabamos o curso. Quantos novos países surgiram? Quantos deixaram de existir? Que se lixe! Chegaram as costoletas!
A Lolita não sabia que vacina devia dar á vaca da senhora que ligou para o gabinete dela.
A Ausenda tem autorização da mãe para papar apenas um de cada vez, enquanto estiver debaixo do teto dela.
“O Império dos Sentidos” versão Ausenda provocou acesa polémica de risos, bem como a ideia de que ir á “lambaterie” (ideia do Carneiro) podia fazer cair as mamas às gajas.
A Miguel foi sorteada democraticamente pela maioria menos um voto (da Anita) como organizadora do próximo encontro, com a Lolita como suplente.
A Aurea voltou-se novamente para o Jorge com a seguinte frase: “Control é comigo”. Foi visível o aumento das dúvidas.
Por falar nisso, a Ausenda declarou gastar uma caixa de pírulas por dia! Será por causa do Sousa Lara?
letra da Aurea: O Mémé disse ao Ginho para chupar aqui (salvo seja…)!
O jantar custou 2.350$00 por cabeça. Já houve pior.
Diz a Ausenda que por cima do restaurante há quartos para quem quiser desenfrear as energias.
O Sardinha Biba foi o próximo poiso. Após alguns copos, muitos empurrões e o abandono precipitado do Luis e da Lolita (murcões, murcões!!!) e do regresso da Myléne e respectivo pêssego, que tinham desaparecido sem deixar rasto antes do jantar, decidimos retirar para outro ambiente.
Tentamos estrear o Páchá mas devido ao mau aspecto dos meus colegas não fomos autorizados a entrar. O Jorge bem quis dar uns ares da sua graça mas ninguém lhe ligou nenhuma. Assim, não nos restou outra hipótese senão acabar o dia em casa da Anita, em amena cavaqueira e perfeito amor cristão.
Pois, para quebrar a tradição, o Luís, a Isabel, a Ausenda, a Lolita, o Carneiro, o Ginho, a Aurea, o Jorge, a Beta, a Anita e a Myléne, encontraram-se no Brasileira.
Novidades: o Luis e a Lolita têm dores de ouvidos ao andar de avião; o Carneiro tem um carro novo e está farto da crise no Vale do Ave; a Aurea é prof; o Ginho casou (de livre vontade e sem coações); o Jorge e a Beta estão quase (com o consequente desespero do Jorge e o riso cínico do Guinho); e a Isabel vai para o emprego antes das 7h00 para fugir ás bichas (filas).
A Casa de Pedra em Amares, bem juntinho ao lagar, foi o local escolhido para o melhor da festa. Durante a conversa antes do jantar, destacou-se a seguinte piada do Carneiro: um amigo dele meteu-se com uma garina na discoteca. Ela disse-lhe: “não me consumas!”. Ele replicou: “porquê, está fora do prazo?”
Jamais, disse a Lolita.
A Ausenda animou-se de verdade ao falar de seguros. Era enternecedor ver as caras animadas dos colegas, verdadeiramente interessados no assunto.
A Aurea perguntou ao Jorge com ar libidinoso: “Oh meu, a que horas sais?” Viram-se claramente estampadas na expressão facial do Jorge súbitas dúvidas em relação ao sacramento do matrimónio.
Deu que pensar as alterações ao mapa da Europa desde que acabamos o curso. Quantos novos países surgiram? Quantos deixaram de existir? Que se lixe! Chegaram as costoletas!
A Lolita não sabia que vacina devia dar á vaca da senhora que ligou para o gabinete dela.
A Ausenda tem autorização da mãe para papar apenas um de cada vez, enquanto estiver debaixo do teto dela.
“O Império dos Sentidos” versão Ausenda provocou acesa polémica de risos, bem como a ideia de que ir á “lambaterie” (ideia do Carneiro) podia fazer cair as mamas às gajas.
A Miguel foi sorteada democraticamente pela maioria menos um voto (da Anita) como organizadora do próximo encontro, com a Lolita como suplente.
A Aurea voltou-se novamente para o Jorge com a seguinte frase: “Control é comigo”. Foi visível o aumento das dúvidas.
Por falar nisso, a Ausenda declarou gastar uma caixa de pírulas por dia! Será por causa do Sousa Lara?
letra da Aurea: O Mémé disse ao Ginho para chupar aqui (salvo seja…)!
O jantar custou 2.350$00 por cabeça. Já houve pior.
Diz a Ausenda que por cima do restaurante há quartos para quem quiser desenfrear as energias.
O Sardinha Biba foi o próximo poiso. Após alguns copos, muitos empurrões e o abandono precipitado do Luis e da Lolita (murcões, murcões!!!) e do regresso da Myléne e respectivo pêssego, que tinham desaparecido sem deixar rasto antes do jantar, decidimos retirar para outro ambiente.
Tentamos estrear o Páchá mas devido ao mau aspecto dos meus colegas não fomos autorizados a entrar. O Jorge bem quis dar uns ares da sua graça mas ninguém lhe ligou nenhuma. Assim, não nos restou outra hipótese senão acabar o dia em casa da Anita, em amena cavaqueira e perfeito amor cristão.
quinta-feira, 4 de dezembro de 2008
COLÓQUIOS DE R.I.
Lembram-se dos Colóquios? Vão aqui 3 fotos. Desculpem lá eu aparecer sempre mas as fotos são minhas, não é?




quinta-feira, 27 de novembro de 2008
ACTA Nº 3
Em 1 de Junho de 1991, ano da segunda visita papal, realizou-se o 3º encontro anual destes insistentes combatentes da liberdade. Dia da criança, que data mais própria poderíamos ter escolhido para nos reunirmos? Um belo pôr-do-sol acompanhou os primeiros instantes da reunião no restaurante, segunda etapa do Encontro. Isto quer dizer que houve uma primeira etapa, como nas voltas aos países em bicicleta, que nesses casos se chama prólogo e é normalmente um contra-relógio. Neste caso não o foi (contra-relógio) mas o habitual encontro no Brasileira. Os presentes foram os seguintes:
Anita (parece que tem a franja diferente)
Paulo (com o cabelo espetado por gel)
Miguel (que cortou o cabelo)
Isabel (á primeira vista está na mesma)
Ausenda (muito distinta e recente promovida a assistente de gestor de clientes na Companhia de Seguros Bonança)
Carneiro (mais magro)
Teresa (nova doutora e de cabelo mais comprido)
Angelina (Aleluia, aleluia, aleluia!)
Luis (idem, idem, idem!)
Lolita (Idem aspas, idem aspas, idem aspas!)
Aurea (não sei o que tem de novo porque a tenho visto muitas vezes)
Ginho (cada vez mais atraente e bem parecido)
A Filomena veio ao Brasileira mas não foi para o Restaurante (grávida, graças a Deus).
Distribuíram-se os postais do Raul e Cristina.
Das piadas estúpidas da noite, destacam-se a intervenção da Aurea ao meu pedido de palitos, com um ar cândido, perguntando: porquê, não tens? (que piada estúpida!). Mais brilhante foi a intervenção do Mémé, dizendo que eu fui o único a pedir palitos porque os outros já estavam servidos (que piada brilhante!)
A escolha das sobremesas foi o momento de maior discrepância de opiniões, porque de resto todos estiveram de acordo em aplaudir o tratado de paz em Angola, que pôs fim a uma guerra fratricida entre irmãos da mesma cor, durante uma camada de anos. A Aurea pediu explicações detalhadas sobre a sobremesa, o que levou o empregado a apelar ao gerente uma intervenção directa na questão, que foi resolvida a contento.
Antes do sorteio do próximo organizador, instalou-se nova discussão sobre onde seria o próximo jantar. Já ninguém se lembrava das decisões que tinham sido tomadas nos anos anteriores, o que demonstra o cansaço mental em que se encontram estes doutores, já afectados pela dureza da vida moderna. A leitura da Acta do 1º Encontro pôs ordem na mesa, lembrando que os encontros seriam sempre onde o organizador quisesse.
A Angelina foi sorteada como a próxima organizadora, com a Aurea como suplente.
Eu e a Ausenda recordamos as noites escaldantes de Viana do Castelo, em que ela me perseguia constantemente para eu lhe fazer nódoas negras.
A Isabel, Ausenda e Paulo recordaram o episódio das viagens das camas ás duas da manhã, do quarto do Paulo para outro lado que eu não percebi.
A Angelina acompanhou-me no brandy, enquanto a Ausenda louvava em voz alta as qualidades dos preservativos.
Uma intervenção do Paulo levou a conversa aos cumes da badalhoquice, com a consequente censura deste Secretário, que se recusa a escrever imoralidades!
A Ausenda atirou-se aos pés do Paulo pedindo um cigarro, enquanto a Aurea se queixava de lhe terem ido ao olho.
Foi aprovado por aclamação um voto de censura a todos aqueles que deram a entender que vinham e não apareceram: Graça Borges, Daniela e Filomena (que saiu antes do fim). Reprova-se também os colegas que faltaram sem justificação.
Este humilde Secretário louva ainda a boa disposição dos presentes, que o superaram em piadas geniais, o que não é normal.
Por fim, a Aurea pediu os 3 ao Paulo, o que este recusou, perante a indignação deste humilde Secretário, que nunca recusaria uma proposta semelhante.
O restaurante foi o “Bem-me-quer” e a Lolita esteve presente o ano passado. Quem quiser entender que entenda.
A Taberna Inglesa foi o poiso seguinte. A conversa continuou animada e discutiram-se temas profundos com a Isabel a descrever as qualidades intelectuais dos dirigentes do Inesc e outros que tais. A conversa atingiu tamanha seriedade que alguns dos presentes se desfizeram em lágrimas, embora houvesse quem sugerisse que esse fenómeno físico se devesse ao fumo e efeito de uma ventoinha colocada directamente sobre a nossa mesa.
Mudamos então para um novo local de culto do underground bracarense, por sugestão de um seu digno representante: a Teresa. O bar chama-se “Honisoit” mas não paramos lá muito tempo devido á falta de ar.
O Indústria foi, para não variar, o hospedeiro final até ás tantas da manhã.
Anita (parece que tem a franja diferente)
Paulo (com o cabelo espetado por gel)
Miguel (que cortou o cabelo)
Isabel (á primeira vista está na mesma)
Ausenda (muito distinta e recente promovida a assistente de gestor de clientes na Companhia de Seguros Bonança)
Carneiro (mais magro)
Teresa (nova doutora e de cabelo mais comprido)
Angelina (Aleluia, aleluia, aleluia!)
Luis (idem, idem, idem!)
Lolita (Idem aspas, idem aspas, idem aspas!)
Aurea (não sei o que tem de novo porque a tenho visto muitas vezes)
Ginho (cada vez mais atraente e bem parecido)
A Filomena veio ao Brasileira mas não foi para o Restaurante (grávida, graças a Deus).
Distribuíram-se os postais do Raul e Cristina.
Das piadas estúpidas da noite, destacam-se a intervenção da Aurea ao meu pedido de palitos, com um ar cândido, perguntando: porquê, não tens? (que piada estúpida!). Mais brilhante foi a intervenção do Mémé, dizendo que eu fui o único a pedir palitos porque os outros já estavam servidos (que piada brilhante!)
A escolha das sobremesas foi o momento de maior discrepância de opiniões, porque de resto todos estiveram de acordo em aplaudir o tratado de paz em Angola, que pôs fim a uma guerra fratricida entre irmãos da mesma cor, durante uma camada de anos. A Aurea pediu explicações detalhadas sobre a sobremesa, o que levou o empregado a apelar ao gerente uma intervenção directa na questão, que foi resolvida a contento.
Antes do sorteio do próximo organizador, instalou-se nova discussão sobre onde seria o próximo jantar. Já ninguém se lembrava das decisões que tinham sido tomadas nos anos anteriores, o que demonstra o cansaço mental em que se encontram estes doutores, já afectados pela dureza da vida moderna. A leitura da Acta do 1º Encontro pôs ordem na mesa, lembrando que os encontros seriam sempre onde o organizador quisesse.
A Angelina foi sorteada como a próxima organizadora, com a Aurea como suplente.
Eu e a Ausenda recordamos as noites escaldantes de Viana do Castelo, em que ela me perseguia constantemente para eu lhe fazer nódoas negras.
A Isabel, Ausenda e Paulo recordaram o episódio das viagens das camas ás duas da manhã, do quarto do Paulo para outro lado que eu não percebi.
A Angelina acompanhou-me no brandy, enquanto a Ausenda louvava em voz alta as qualidades dos preservativos.
Uma intervenção do Paulo levou a conversa aos cumes da badalhoquice, com a consequente censura deste Secretário, que se recusa a escrever imoralidades!
A Ausenda atirou-se aos pés do Paulo pedindo um cigarro, enquanto a Aurea se queixava de lhe terem ido ao olho.
Foi aprovado por aclamação um voto de censura a todos aqueles que deram a entender que vinham e não apareceram: Graça Borges, Daniela e Filomena (que saiu antes do fim). Reprova-se também os colegas que faltaram sem justificação.
Este humilde Secretário louva ainda a boa disposição dos presentes, que o superaram em piadas geniais, o que não é normal.
Por fim, a Aurea pediu os 3 ao Paulo, o que este recusou, perante a indignação deste humilde Secretário, que nunca recusaria uma proposta semelhante.
O restaurante foi o “Bem-me-quer” e a Lolita esteve presente o ano passado. Quem quiser entender que entenda.
A Taberna Inglesa foi o poiso seguinte. A conversa continuou animada e discutiram-se temas profundos com a Isabel a descrever as qualidades intelectuais dos dirigentes do Inesc e outros que tais. A conversa atingiu tamanha seriedade que alguns dos presentes se desfizeram em lágrimas, embora houvesse quem sugerisse que esse fenómeno físico se devesse ao fumo e efeito de uma ventoinha colocada directamente sobre a nossa mesa.
Mudamos então para um novo local de culto do underground bracarense, por sugestão de um seu digno representante: a Teresa. O bar chama-se “Honisoit” mas não paramos lá muito tempo devido á falta de ar.
O Indústria foi, para não variar, o hospedeiro final até ás tantas da manhã.
terça-feira, 25 de novembro de 2008
S.Martinho do Porto e Figueira da Foz
Lembram-se do nosso passeio a S.Martinho e Figueira? Da bebedeira colectiva (menos a Beta)? Da Miguel que finalmente percebeu que eu e o Raúl não eramos os porcos chauvinistas racistas e fascistas que ela pensava? E o Citroën GS que perseguia a Myléne? E eu que dormi com a Anita e a Teresa (que só deu por isso na manhã seguinte!)! Fantástico!!! Ficam algumas fotos (não é da minha noite coma a Anita e a Teresa, seus tolos!) 



quinta-feira, 13 de novembro de 2008
Acta Nº 2
Aos 26 de Maio de 1990 realizou-se o 2º Jantar, digo Encontro Anual do curso RI 1984/1988. Afinal o jantar é apenas um pretexto. Na mesma linha do ano passado, estiveram presentes os seguintes experientes Doutores:
Oto
Carneiro
Miguel
Ausenda
Isabel
Myléne
Inês
José Luis Martins da Silva
Filomena
Paulo
Aurea
Jorge
Beta
Fátima
Lolita
Anita
E a seguinte finalista:
Teresa (ver Acta do ano passado e tirar as devidas conclusões. Isto há pessoas que sabem gozar a vida!!!)
E a convidada especial por inerência e legítima herdeira do espírito dos R.I’s:
Anani
Tudo começou uns dias antes com uma carta autenticamente profissional da Isabel e uma série de telefonemas autenticamente tradicionais da Ausenda, revelando o dia, a hora e o local daquilo que os corações mais saudosos ansiavam já há alguns meses: o fim da guerra do Vietname… acho que me enganei no argumento… Ah, o Encontro Anual de Nós.
O encontro foi ás 20h00, no Sameiro. Deve-se dizer que apesar dos beijos calorosos, os primeiros instantes foram de uma certa frieza, olhando os presentes uns para os outros, como se perguntassem: “quem sou?, o que faço aqui?, de onde venho?, para onde vou?, quem é aquele gajo alto de óculos e ar distinto?, porque é que a vida é tão dura e nos separa?”.
Resolvidos estes problemas existenciais, a animada conversa do costume teve lugar: “Atão pá, que tás a fazer? Ainda trabalhas naquele café como empregado de mesa?” ou então: “Aquele Volvo é teu? Andas a roubar bem o teu patrão!”
O jantar propriamente dito foi fixe. Houve discrepância de opiniões, como é costume desde que foi instaurada a democracia, andava eu na 3ª classe, mas ninguém disse que não ás doses e no final ninguém tinha cara de fome.
A Ausenda disse algumas piadas porcas a propósito de uma banana que tinha á frente, com o riso histérico da Lolita, que sempre quis dizer piadas assim em público mas nunca teve coragem.
Enquanto a Isabel ensinava á Anani a arte da percurssão, a Myléne roía as unhas de dúvida, perante a carta dos gelados.
Disse o Paulo: sabem como é que um alentejano diz a uma alentejana: “amo-te do fundo do coração?” Diz: “Ronc”. Esta piada ainda saiu mais estúpida escrita do que dita.
A Myléne declarou insistentemente que este honesto e humilde secretário é demasiado tendenciosos para ser honesto e humilde, enquanto a Miguel jurou a pés juntos que estou mais gordo pelo que a Myléne me sugeriu um tipo de desporto muito interessante para emagrecer.
A Ausenda declarou que a organizadora deste encontro é giríssima, tem um sentido de organização espectacular e nem sabe como lhe há-de agradecer, enquanto a Anita disse que foi comida, o que ninguém percebeu muito bem o que significa.
A Lolita disse que eu estou bom como milho!
Declarações Individuais:
- Ausenda - a Bo (Derek) – conseguiu “empantorrar-nos” (fico cheia de bacalhau e vaca (ou seria vitela?...) para um mês!...). Viva a organizadora! Até ao próximo ano!!!
Aurea Cardoso
- Caros colegas, eu (Anita) sou a próxima organizadora (serei?). Posso garantir que no próximo ano os vou matar à fome! (a Ausenda acabou de dizer que vai lá fora dar umas beijocas). O empregado está chocado. Não digo porquê. Hasta!
Anita
- Depois de um jantar como este só me ocorre um comentário: - Tá-tá-ti, tá-ti, ta-ta-ti, ti-ta-ta… …Tá.
JOrlando
P.S. Mas para que conste… isto entre a Anita e a Áurea confunde-me!!
- Parabéns á organizadora e boa sorte para a próxima (infeliz!). Até pró ano.
Beta
- Após a desgastante tarefa que é o facto, evidentemente, da Fabulosa organização deste maravilhoso e indescritível repasto… sinto-me desfalecida! Nós os Génios sentimo-nos assim!!!
Bo D.
- RI’s: risos, daqueles tempos que eu não pude viver como eles. Hoje, risos que eu não consigo igualar e, sobretudo, tanta vontade de voltar atrás. Gostaria de recomeçar. Até 91.
Fátima
Raios partam! A conta não agradou a ninguém. Maldito custo de vida! Lá por ganharmos mais não quer dizer que tenhamos mais interesse em gastá-lo depressa. Enfim, 2.600$00 dos nossos pobres bolsos terceiro-mundistas que ainda sonham com uma fatia de pão com manteiga é algo que custa sobremaneira.
O resto não consta. A noite ainda é uma criança
Seguem-se assinaturas.
Anexo:
1) Ouvimos a mensagem magnética do Raul e da Cristina no carro da Filomena com as portas todas abertas. Houve gargalhada geral e a intervenção mais aplaudida foi a da Cristina na abertura do disco “Oh chula ó que linda chula”
2) O Bar Nectar é giro, a conversa foi animada, as sangrias, as cervejas e o Alex II (para o Paulo) estavam bons. A Ausenda trouxe 3 apêndices para o final, o que provocou a reprovação silenciosa de todos os presentes e a respectiva sonora deste humilde e honesto Secretário.
3) O Industria foi o hospedeiro final até ás 5H00 da manhã.
Oto
Carneiro
Miguel
Ausenda
Isabel
Myléne
Inês
José Luis Martins da Silva
Filomena
Paulo
Aurea
Jorge
Beta
Fátima
Lolita
Anita
E a seguinte finalista:
Teresa (ver Acta do ano passado e tirar as devidas conclusões. Isto há pessoas que sabem gozar a vida!!!)
E a convidada especial por inerência e legítima herdeira do espírito dos R.I’s:
Anani
Tudo começou uns dias antes com uma carta autenticamente profissional da Isabel e uma série de telefonemas autenticamente tradicionais da Ausenda, revelando o dia, a hora e o local daquilo que os corações mais saudosos ansiavam já há alguns meses: o fim da guerra do Vietname… acho que me enganei no argumento… Ah, o Encontro Anual de Nós.
O encontro foi ás 20h00, no Sameiro. Deve-se dizer que apesar dos beijos calorosos, os primeiros instantes foram de uma certa frieza, olhando os presentes uns para os outros, como se perguntassem: “quem sou?, o que faço aqui?, de onde venho?, para onde vou?, quem é aquele gajo alto de óculos e ar distinto?, porque é que a vida é tão dura e nos separa?”.
Resolvidos estes problemas existenciais, a animada conversa do costume teve lugar: “Atão pá, que tás a fazer? Ainda trabalhas naquele café como empregado de mesa?” ou então: “Aquele Volvo é teu? Andas a roubar bem o teu patrão!”
O jantar propriamente dito foi fixe. Houve discrepância de opiniões, como é costume desde que foi instaurada a democracia, andava eu na 3ª classe, mas ninguém disse que não ás doses e no final ninguém tinha cara de fome.
A Ausenda disse algumas piadas porcas a propósito de uma banana que tinha á frente, com o riso histérico da Lolita, que sempre quis dizer piadas assim em público mas nunca teve coragem.
Enquanto a Isabel ensinava á Anani a arte da percurssão, a Myléne roía as unhas de dúvida, perante a carta dos gelados.
Disse o Paulo: sabem como é que um alentejano diz a uma alentejana: “amo-te do fundo do coração?” Diz: “Ronc”. Esta piada ainda saiu mais estúpida escrita do que dita.
A Myléne declarou insistentemente que este honesto e humilde secretário é demasiado tendenciosos para ser honesto e humilde, enquanto a Miguel jurou a pés juntos que estou mais gordo pelo que a Myléne me sugeriu um tipo de desporto muito interessante para emagrecer.
A Ausenda declarou que a organizadora deste encontro é giríssima, tem um sentido de organização espectacular e nem sabe como lhe há-de agradecer, enquanto a Anita disse que foi comida, o que ninguém percebeu muito bem o que significa.
A Lolita disse que eu estou bom como milho!
Declarações Individuais:
- Ausenda - a Bo (Derek) – conseguiu “empantorrar-nos” (fico cheia de bacalhau e vaca (ou seria vitela?...) para um mês!...). Viva a organizadora! Até ao próximo ano!!!
Aurea Cardoso
- Caros colegas, eu (Anita) sou a próxima organizadora (serei?). Posso garantir que no próximo ano os vou matar à fome! (a Ausenda acabou de dizer que vai lá fora dar umas beijocas). O empregado está chocado. Não digo porquê. Hasta!
Anita
- Depois de um jantar como este só me ocorre um comentário: - Tá-tá-ti, tá-ti, ta-ta-ti, ti-ta-ta… …Tá.
JOrlando
P.S. Mas para que conste… isto entre a Anita e a Áurea confunde-me!!
- Parabéns á organizadora e boa sorte para a próxima (infeliz!). Até pró ano.
Beta
- Após a desgastante tarefa que é o facto, evidentemente, da Fabulosa organização deste maravilhoso e indescritível repasto… sinto-me desfalecida! Nós os Génios sentimo-nos assim!!!
Bo D.
- RI’s: risos, daqueles tempos que eu não pude viver como eles. Hoje, risos que eu não consigo igualar e, sobretudo, tanta vontade de voltar atrás. Gostaria de recomeçar. Até 91.
Fátima
Raios partam! A conta não agradou a ninguém. Maldito custo de vida! Lá por ganharmos mais não quer dizer que tenhamos mais interesse em gastá-lo depressa. Enfim, 2.600$00 dos nossos pobres bolsos terceiro-mundistas que ainda sonham com uma fatia de pão com manteiga é algo que custa sobremaneira.
O resto não consta. A noite ainda é uma criança
Seguem-se assinaturas.
Anexo:
1) Ouvimos a mensagem magnética do Raul e da Cristina no carro da Filomena com as portas todas abertas. Houve gargalhada geral e a intervenção mais aplaudida foi a da Cristina na abertura do disco “Oh chula ó que linda chula”
2) O Bar Nectar é giro, a conversa foi animada, as sangrias, as cervejas e o Alex II (para o Paulo) estavam bons. A Ausenda trouxe 3 apêndices para o final, o que provocou a reprovação silenciosa de todos os presentes e a respectiva sonora deste humilde e honesto Secretário.
3) O Industria foi o hospedeiro final até ás 5H00 da manhã.
terça-feira, 4 de novembro de 2008
Fotos de 1984
Aqui vão algumas fotos de 1984! Espero que gostem! Claro que eu vou aparecer sempre. As fotos são minhas!! 



sexta-feira, 31 de outubro de 2008
Acta do 1º Encontro
Aos 27 de Maio do Ano da Graça de 1989 reuniu-se em Braga o Curso de Relações Internacionais 1984/1988, para o 1º Encontro Anual, tendo estado presentes os seguintes Doutores:
José Luis Ginho
Aurea
Anita
Mila
Graça
Ana Cristina
Carneiro
Oto
Paulo
Isabel Caetano
Ausenda
Miguel
Beta
Jorge
Myléne
E as finalistas:
Teresa
Miúcha
Além do enviado especial, vindo directamente de Paris em voo TAP cm hora e meia de atraso:
Adelino
Vários destes elementos encontraram-se já no dia 26 para as primeiras horas de convívio.
Pelas 19h00 reuniram-se no Café Vianna, passando de seguida para o Brasileira, onde conviveram durante cerca de 1 hora até que os irresponsáveis retardatários Miguel, Myléne, Carneiro e Adelino se dignaram fornecer ao grupo o calor das suas presenças.
Foram comoventes as demonstrações de carinho entre todos os presentes, após meses de separação, com a esperança de que as próximas horas sejam de são e cristão convívio entre todos. De realçar que a Miucha dispensou mais atenção a uma gata que aos seus colegas.
Pelas 18h15 todos se dirigiram ao Restaurante do parque de Exposições para o tão esperado jantar. Este iniciou-se pela venda de revistas “Zoom”, leitura da lista de caloteiros em relação ao Livro de Curso e distribuição destes (livros de curso) aos que ainda não o tinham.
A passagem de uma cassete com uma mensagem enviada de Bruxelas pelo Raul e Cristina, mereceu calorosos aplausos, enquanto lá fora foguetes anónimos estalavam animadamente.
O jantar correu bem. O bacalhau estava bom e a Aurea revelou a sua personalidade injusta ao prejudicar claramente este honesto Secretário na distribuição do dito peixe. Quanto á vitela, ninguém se pronunciou.
No final foi sorteado o organizador do próximo encontro, tendo calhado a triste sina á Ausenda, com a Miguel como suplente.
Instalou-se uma acalorada discussão sobre a ideia da Beta e do Jorge de passar a organizar o encontro na terra de cada sorteado. O Jorge opinou que seria muito interessante conhecer novos lugares, enquanto a Miguel informou que em Ovar existe uma linda ria e a Beta acusou impiedosamente a Mila de não ter sido a única a organizar o jantar, perante os protestos acalorados da Aurea. No final ficou decidido que o jantar seria organizado no local que o respectivo organizador bem entendesse.
Este modesto Secretário propôs que os encontros passassem a ser semestrais, tendo a proposta sido aprovada por aclamação, com o entusiasmo geral dos presentes, enquanto a inteligência do proponente era louvada entre todos. No entanto, o aspirante Oto replicou que, sendo o encontro duas vezes por ano, levaria a um certo desinteresse e á consequente ausência de muita gente, opinião que foi secundada por muitos presentes anónimos.
Durante todo este tempo, a Myléne alimentou de sobremesa este modesto Secretário.
Pelas 21h15, após várias fotografias pelo Adelino e durante o café, ainda não se sabe quais as decisões que vão ser postas em prática. A Ausenda apelou á minha intervenção papa pôr ordem na sessão, o que vou fazer.
Após longas trocas de ideias (algumas estéreis, diga-se de passagem) ficou acordado o seguinte:
1-O próximo encontro será onde a Ausenda quiser, em colaboração com a Miguel (votação unânime).
2-O jantar será anual.
3-Se o Ginho (bom rapaz!) quiser organizar um encontro no mês de Novembro, quem quiser aceitará.
4-Apêndices continuam interditos.
O Paulo lembrou que o Mémé faz anos no dia 23, pelo que toda a assembleia entoou
Comovidamente os “Parabéns a Você”.
Os presentes enviam um grande abraço a todos os ausentes.
O jantar ficou pela incrível quantia de 1.350$00 por pessoa, o que provocou a indignação geral pelo custo de vida deste país á beira-mar plantado.
Contas feitas (a Miguel pediu uma garrafa de borla após uma conta tão grande), a organizadora dá por encerrado o jantar, com um brinde geral. A festa continuará noutros locais até de madrugada.
Seguem-se assinaturas o um Anexo da Mila, como segue:
Queridos Raúl e Crsitina,
Como Ginho me pediu, aqui estou a mandar-vos a acta do nosso jantar que correu muito bem, apesar do restaurante ter sido arranjado nesse dia de manhã. É que eu tinha marcado noutro sítio – um restaurante lá para os lados de Amares, que era de um colega nosso de Eng. De Plásticos (O Jorge marcou com ele o jantar). O sítio era giro, com muito espaço para corrermos e saltarmos e brincarmos ás escondidas, mas o que é certo é que, chegado o dia, não tivemos hipótese de fazer lá o jantar pois esse tal colega morreu (aliás suicidou-se) sem avisar primeiro, pelo que nos deixou numa situação precária, que só o meu dinamismo conseguiu resolver (?). O resto da história podem ler na acta.
Depois do jantar fomos até ao café Vianna, que é o que está a dar neste momento em Braga. Ah, depois fomos até ao “Função Pública” que é o antigo “Mordillo”, agora com um “New Look” muito vanguarda. Está muito giro, muito melhor que antes na opinião de muita gente. Braga está cada vez melhor!
Adorei a surpresa que vocês fizeram, aliás todo o pessoal adorou e ficou comovido, houve até algumas lágrimas ao canto do olho e alguns sorrisos amarelos de comoção. Só um pormenor: estávamos ainda de barriga vazia pois o Ginho não se conteve e foi logo buscar o gravador.
Foi um jantar memorável (já com bastante fama) pela maneira como o pessoal se voltou a reunir – parecia que aquele fim de semana era a continuação dos tempos de estudante e não ia acabar mais. Esta frase saiu foleira…
Agora não se esqueçam… escrevam.
Um beijo para a Daniela e muitos pá vôceis, tá?
José Luis Ginho
Aurea
Anita
Mila
Graça
Ana Cristina
Carneiro
Oto
Paulo
Isabel Caetano
Ausenda
Miguel
Beta
Jorge
Myléne
E as finalistas:
Teresa
Miúcha
Além do enviado especial, vindo directamente de Paris em voo TAP cm hora e meia de atraso:
Adelino
Vários destes elementos encontraram-se já no dia 26 para as primeiras horas de convívio.
Pelas 19h00 reuniram-se no Café Vianna, passando de seguida para o Brasileira, onde conviveram durante cerca de 1 hora até que os irresponsáveis retardatários Miguel, Myléne, Carneiro e Adelino se dignaram fornecer ao grupo o calor das suas presenças.
Foram comoventes as demonstrações de carinho entre todos os presentes, após meses de separação, com a esperança de que as próximas horas sejam de são e cristão convívio entre todos. De realçar que a Miucha dispensou mais atenção a uma gata que aos seus colegas.
Pelas 18h15 todos se dirigiram ao Restaurante do parque de Exposições para o tão esperado jantar. Este iniciou-se pela venda de revistas “Zoom”, leitura da lista de caloteiros em relação ao Livro de Curso e distribuição destes (livros de curso) aos que ainda não o tinham.
A passagem de uma cassete com uma mensagem enviada de Bruxelas pelo Raul e Cristina, mereceu calorosos aplausos, enquanto lá fora foguetes anónimos estalavam animadamente.
O jantar correu bem. O bacalhau estava bom e a Aurea revelou a sua personalidade injusta ao prejudicar claramente este honesto Secretário na distribuição do dito peixe. Quanto á vitela, ninguém se pronunciou.
No final foi sorteado o organizador do próximo encontro, tendo calhado a triste sina á Ausenda, com a Miguel como suplente.
Instalou-se uma acalorada discussão sobre a ideia da Beta e do Jorge de passar a organizar o encontro na terra de cada sorteado. O Jorge opinou que seria muito interessante conhecer novos lugares, enquanto a Miguel informou que em Ovar existe uma linda ria e a Beta acusou impiedosamente a Mila de não ter sido a única a organizar o jantar, perante os protestos acalorados da Aurea. No final ficou decidido que o jantar seria organizado no local que o respectivo organizador bem entendesse.
Este modesto Secretário propôs que os encontros passassem a ser semestrais, tendo a proposta sido aprovada por aclamação, com o entusiasmo geral dos presentes, enquanto a inteligência do proponente era louvada entre todos. No entanto, o aspirante Oto replicou que, sendo o encontro duas vezes por ano, levaria a um certo desinteresse e á consequente ausência de muita gente, opinião que foi secundada por muitos presentes anónimos.
Durante todo este tempo, a Myléne alimentou de sobremesa este modesto Secretário.
Pelas 21h15, após várias fotografias pelo Adelino e durante o café, ainda não se sabe quais as decisões que vão ser postas em prática. A Ausenda apelou á minha intervenção papa pôr ordem na sessão, o que vou fazer.
Após longas trocas de ideias (algumas estéreis, diga-se de passagem) ficou acordado o seguinte:
1-O próximo encontro será onde a Ausenda quiser, em colaboração com a Miguel (votação unânime).
2-O jantar será anual.
3-Se o Ginho (bom rapaz!) quiser organizar um encontro no mês de Novembro, quem quiser aceitará.
4-Apêndices continuam interditos.
O Paulo lembrou que o Mémé faz anos no dia 23, pelo que toda a assembleia entoou
Comovidamente os “Parabéns a Você”.
Os presentes enviam um grande abraço a todos os ausentes.
O jantar ficou pela incrível quantia de 1.350$00 por pessoa, o que provocou a indignação geral pelo custo de vida deste país á beira-mar plantado.
Contas feitas (a Miguel pediu uma garrafa de borla após uma conta tão grande), a organizadora dá por encerrado o jantar, com um brinde geral. A festa continuará noutros locais até de madrugada.
Seguem-se assinaturas o um Anexo da Mila, como segue:
Queridos Raúl e Crsitina,
Como Ginho me pediu, aqui estou a mandar-vos a acta do nosso jantar que correu muito bem, apesar do restaurante ter sido arranjado nesse dia de manhã. É que eu tinha marcado noutro sítio – um restaurante lá para os lados de Amares, que era de um colega nosso de Eng. De Plásticos (O Jorge marcou com ele o jantar). O sítio era giro, com muito espaço para corrermos e saltarmos e brincarmos ás escondidas, mas o que é certo é que, chegado o dia, não tivemos hipótese de fazer lá o jantar pois esse tal colega morreu (aliás suicidou-se) sem avisar primeiro, pelo que nos deixou numa situação precária, que só o meu dinamismo conseguiu resolver (?). O resto da história podem ler na acta.
Depois do jantar fomos até ao café Vianna, que é o que está a dar neste momento em Braga. Ah, depois fomos até ao “Função Pública” que é o antigo “Mordillo”, agora com um “New Look” muito vanguarda. Está muito giro, muito melhor que antes na opinião de muita gente. Braga está cada vez melhor!
Adorei a surpresa que vocês fizeram, aliás todo o pessoal adorou e ficou comovido, houve até algumas lágrimas ao canto do olho e alguns sorrisos amarelos de comoção. Só um pormenor: estávamos ainda de barriga vazia pois o Ginho não se conteve e foi logo buscar o gravador.
Foi um jantar memorável (já com bastante fama) pela maneira como o pessoal se voltou a reunir – parecia que aquele fim de semana era a continuação dos tempos de estudante e não ia acabar mais. Esta frase saiu foleira…
Agora não se esqueçam… escrevam.
Um beijo para a Daniela e muitos pá vôceis, tá?
quinta-feira, 30 de outubro de 2008
Nascemos!
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