
domingo, 21 de dezembro de 2008
Feliz Natal
Feliz Natal para todos e que em 2009 continuemos todos cá para nos encontrarmos sempre que quisermos e pudermos. Beijos e abraços.

sexta-feira, 12 de dezembro de 2008
ACTA Nº 5
Era o dia 29 de Maio de 1993. Pelas 19h20 o herói deu o último retoque no cabelo, vestiu o impermeável e despediu-se da mulher com a seguinte frase: “Não esperes por mim, não sei a que horas volto”, deixando-a lavada em lágrimas. Estacionou o carro a 20 metros do “Brasileira”. Levantou 10 contos no Multibanco e dirigiu-se á porta da entrada. Já lá estavam as duas, a Ausenda e a Anita, as duas primeiras dos 3 A’s. “Merda”, pensou ele. “Para que raio escolheram uma mesa de 2 lugares se vamos ser pelo menos meia dúzia?” Na outra ponta do café estavam já os R.I.’s 83-87, que incluem alguns exemplares de 83-88 e que curiosamente marcaram um jantar de curso para o mesmo dia e local. A Miguel, organizadora da Reunião, foi a 4ª a aparecer, depois de já lá ter estado primeiro. A Myléne foi a seguinte, exibindo de imediato a sua nova condição de mulher casada. Seguiram-se o Sérgio, a Aurea, Beta e Jorge e o Carneiro. A Teresa era esperada mas falhou.
O jantar foi na Adega Transmontana. A escolha da ementa revelou-se um momento de extrema emoção: Posta á Mirandesa para todos! “Cambada de carneiros!”, pensou o herói, “isto sem ofensa para o dito cujo, que até foi dos primeiros a escolher”.
A Ausenda, vítima de duas crises de vesícula, pediu água, a Aurea partilhou uma cerveja com o herói, com a consequente vontade deste partilhar algo mais, e do sorriso malandro e interessado desta, e todos os outros beberam vinho, com destaque para a Myléne que ao mesmo tempo bebia água das pedras.
O herói propôs um voto de louvor ao ultimato da Miguel que foi o mais original e com mais tempo de antecedência de todos os que se realizaram até hoje. Este voto foi aprovado por unanimidade.
O Sérgio, já sob o efeito do verde branco, virou um copo sobre a Myléne, que conseguiu salvar o casaco após meia hora de esfreganço. Além disso, o Sérgio foi alvo de um protesto geral por ter passado o jantar a reclamar com tudo e com nada.
A sobremesa deixou todos desconfiados. Seria do congelador? Seria do cozinheiro? A verdade é que todos pareciam vomitado de bebe, menos o do Carneiro que parecia vomitado de bebé com morangos e o da Ausenda que parecia um cagalhão largado por uma vaca e pisado por um porco, segundo palavras da própria. A laranja do Jorge era boa e no final todos pararam tudo.
A Aurea insistiu em deixar na Acta que tinha partilhado com o herói o último pedaço de carne, no mesmo prato e com o mesmo garfo.
O Sérgio protagonizou o momento original da noite. Distribuiu posters com a caricatura de cada um para preencher uma espécie de censo em que cada um declarou o seu status actual. No final ficou a sensação de que tinha dado mais trabalho do que o que valeu. É claro que na frente todos disseram ao Sérgio que tinha sido uma ideia giríssima. Sabe-se lá o que disseram por trás.
1.800$00 pelo jantar! Se isto continua assim daqui a uns anos estamos a comer de graça. Brilhante!
Foi lido o poema do Raúl e da Cristina que chegou por fax.
O jantar foi na Adega Transmontana. A escolha da ementa revelou-se um momento de extrema emoção: Posta á Mirandesa para todos! “Cambada de carneiros!”, pensou o herói, “isto sem ofensa para o dito cujo, que até foi dos primeiros a escolher”.
A Ausenda, vítima de duas crises de vesícula, pediu água, a Aurea partilhou uma cerveja com o herói, com a consequente vontade deste partilhar algo mais, e do sorriso malandro e interessado desta, e todos os outros beberam vinho, com destaque para a Myléne que ao mesmo tempo bebia água das pedras.
O herói propôs um voto de louvor ao ultimato da Miguel que foi o mais original e com mais tempo de antecedência de todos os que se realizaram até hoje. Este voto foi aprovado por unanimidade.
O Sérgio, já sob o efeito do verde branco, virou um copo sobre a Myléne, que conseguiu salvar o casaco após meia hora de esfreganço. Além disso, o Sérgio foi alvo de um protesto geral por ter passado o jantar a reclamar com tudo e com nada.
A sobremesa deixou todos desconfiados. Seria do congelador? Seria do cozinheiro? A verdade é que todos pareciam vomitado de bebe, menos o do Carneiro que parecia vomitado de bebé com morangos e o da Ausenda que parecia um cagalhão largado por uma vaca e pisado por um porco, segundo palavras da própria. A laranja do Jorge era boa e no final todos pararam tudo.
A Aurea insistiu em deixar na Acta que tinha partilhado com o herói o último pedaço de carne, no mesmo prato e com o mesmo garfo.
O Sérgio protagonizou o momento original da noite. Distribuiu posters com a caricatura de cada um para preencher uma espécie de censo em que cada um declarou o seu status actual. No final ficou a sensação de que tinha dado mais trabalho do que o que valeu. É claro que na frente todos disseram ao Sérgio que tinha sido uma ideia giríssima. Sabe-se lá o que disseram por trás.
1.800$00 pelo jantar! Se isto continua assim daqui a uns anos estamos a comer de graça. Brilhante!
Foi lido o poema do Raúl e da Cristina que chegou por fax.
Por tradição foi sugerido que se sorteasse democraticamente a Isabel como a próxima organizadora deste encontro. O sorriso cruel da Miguel recelou que a vingança é um prato que se come frio.
Queima das Fitas
E a Queima? Aínda se lembram? Na altura pareceu-me maravilhoso. Agora já não acho que tenha sido tão extraordinário. Eramos novos... Aqui vão algumas fotos. A mais bonita já a publiquei no primeiro artigo deste blog, para apresentar o nosso nascimento, por isso não a repito aqui. 




quarta-feira, 10 de dezembro de 2008
Acta Nº 4
O 4º encontro anual dos RI’s de 84-88 realizou-se no dia 30 de Maio de 1992. A organizadora de recurso foi a Aurea, após o espectacular fracasso da Angelina que além de não ter organizado nada, já nem sequer se lembrava do jantar. É assim que todos estamos em dívida para com a Aurea, agradecidos eternamente! Bem hajas Aurea! Que Deus te dê o eterno descanso!
Pois, para quebrar a tradição, o Luís, a Isabel, a Ausenda, a Lolita, o Carneiro, o Ginho, a Aurea, o Jorge, a Beta, a Anita e a Myléne, encontraram-se no Brasileira.
Novidades: o Luis e a Lolita têm dores de ouvidos ao andar de avião; o Carneiro tem um carro novo e está farto da crise no Vale do Ave; a Aurea é prof; o Ginho casou (de livre vontade e sem coações); o Jorge e a Beta estão quase (com o consequente desespero do Jorge e o riso cínico do Guinho); e a Isabel vai para o emprego antes das 7h00 para fugir ás bichas (filas).
A Casa de Pedra em Amares, bem juntinho ao lagar, foi o local escolhido para o melhor da festa. Durante a conversa antes do jantar, destacou-se a seguinte piada do Carneiro: um amigo dele meteu-se com uma garina na discoteca. Ela disse-lhe: “não me consumas!”. Ele replicou: “porquê, está fora do prazo?”
Jamais, disse a Lolita.
A Ausenda animou-se de verdade ao falar de seguros. Era enternecedor ver as caras animadas dos colegas, verdadeiramente interessados no assunto.
A Aurea perguntou ao Jorge com ar libidinoso: “Oh meu, a que horas sais?” Viram-se claramente estampadas na expressão facial do Jorge súbitas dúvidas em relação ao sacramento do matrimónio.
Deu que pensar as alterações ao mapa da Europa desde que acabamos o curso. Quantos novos países surgiram? Quantos deixaram de existir? Que se lixe! Chegaram as costoletas!
A Lolita não sabia que vacina devia dar á vaca da senhora que ligou para o gabinete dela.
A Ausenda tem autorização da mãe para papar apenas um de cada vez, enquanto estiver debaixo do teto dela.
“O Império dos Sentidos” versão Ausenda provocou acesa polémica de risos, bem como a ideia de que ir á “lambaterie” (ideia do Carneiro) podia fazer cair as mamas às gajas.
A Miguel foi sorteada democraticamente pela maioria menos um voto (da Anita) como organizadora do próximo encontro, com a Lolita como suplente.
A Aurea voltou-se novamente para o Jorge com a seguinte frase: “Control é comigo”. Foi visível o aumento das dúvidas.
Por falar nisso, a Ausenda declarou gastar uma caixa de pírulas por dia! Será por causa do Sousa Lara?
letra da Aurea: O Mémé disse ao Ginho para chupar aqui (salvo seja…)!
O jantar custou 2.350$00 por cabeça. Já houve pior.
Diz a Ausenda que por cima do restaurante há quartos para quem quiser desenfrear as energias.
O Sardinha Biba foi o próximo poiso. Após alguns copos, muitos empurrões e o abandono precipitado do Luis e da Lolita (murcões, murcões!!!) e do regresso da Myléne e respectivo pêssego, que tinham desaparecido sem deixar rasto antes do jantar, decidimos retirar para outro ambiente.
Tentamos estrear o Páchá mas devido ao mau aspecto dos meus colegas não fomos autorizados a entrar. O Jorge bem quis dar uns ares da sua graça mas ninguém lhe ligou nenhuma. Assim, não nos restou outra hipótese senão acabar o dia em casa da Anita, em amena cavaqueira e perfeito amor cristão.
Pois, para quebrar a tradição, o Luís, a Isabel, a Ausenda, a Lolita, o Carneiro, o Ginho, a Aurea, o Jorge, a Beta, a Anita e a Myléne, encontraram-se no Brasileira.
Novidades: o Luis e a Lolita têm dores de ouvidos ao andar de avião; o Carneiro tem um carro novo e está farto da crise no Vale do Ave; a Aurea é prof; o Ginho casou (de livre vontade e sem coações); o Jorge e a Beta estão quase (com o consequente desespero do Jorge e o riso cínico do Guinho); e a Isabel vai para o emprego antes das 7h00 para fugir ás bichas (filas).
A Casa de Pedra em Amares, bem juntinho ao lagar, foi o local escolhido para o melhor da festa. Durante a conversa antes do jantar, destacou-se a seguinte piada do Carneiro: um amigo dele meteu-se com uma garina na discoteca. Ela disse-lhe: “não me consumas!”. Ele replicou: “porquê, está fora do prazo?”
Jamais, disse a Lolita.
A Ausenda animou-se de verdade ao falar de seguros. Era enternecedor ver as caras animadas dos colegas, verdadeiramente interessados no assunto.
A Aurea perguntou ao Jorge com ar libidinoso: “Oh meu, a que horas sais?” Viram-se claramente estampadas na expressão facial do Jorge súbitas dúvidas em relação ao sacramento do matrimónio.
Deu que pensar as alterações ao mapa da Europa desde que acabamos o curso. Quantos novos países surgiram? Quantos deixaram de existir? Que se lixe! Chegaram as costoletas!
A Lolita não sabia que vacina devia dar á vaca da senhora que ligou para o gabinete dela.
A Ausenda tem autorização da mãe para papar apenas um de cada vez, enquanto estiver debaixo do teto dela.
“O Império dos Sentidos” versão Ausenda provocou acesa polémica de risos, bem como a ideia de que ir á “lambaterie” (ideia do Carneiro) podia fazer cair as mamas às gajas.
A Miguel foi sorteada democraticamente pela maioria menos um voto (da Anita) como organizadora do próximo encontro, com a Lolita como suplente.
A Aurea voltou-se novamente para o Jorge com a seguinte frase: “Control é comigo”. Foi visível o aumento das dúvidas.
Por falar nisso, a Ausenda declarou gastar uma caixa de pírulas por dia! Será por causa do Sousa Lara?
letra da Aurea: O Mémé disse ao Ginho para chupar aqui (salvo seja…)!
O jantar custou 2.350$00 por cabeça. Já houve pior.
Diz a Ausenda que por cima do restaurante há quartos para quem quiser desenfrear as energias.
O Sardinha Biba foi o próximo poiso. Após alguns copos, muitos empurrões e o abandono precipitado do Luis e da Lolita (murcões, murcões!!!) e do regresso da Myléne e respectivo pêssego, que tinham desaparecido sem deixar rasto antes do jantar, decidimos retirar para outro ambiente.
Tentamos estrear o Páchá mas devido ao mau aspecto dos meus colegas não fomos autorizados a entrar. O Jorge bem quis dar uns ares da sua graça mas ninguém lhe ligou nenhuma. Assim, não nos restou outra hipótese senão acabar o dia em casa da Anita, em amena cavaqueira e perfeito amor cristão.
quinta-feira, 4 de dezembro de 2008
COLÓQUIOS DE R.I.
Lembram-se dos Colóquios? Vão aqui 3 fotos. Desculpem lá eu aparecer sempre mas as fotos são minhas, não é?




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