quinta-feira, 14 de novembro de 2013

25º aniversário

Bodas de prata! 25 anos e a amizade continua. E a Isabel sempre fresca e inteligente!

5 anos depois voltamos ao Brasileira, que é afinal uma das nossas "casas". Renovado mas mantendo toda a traça original, foi um local muito acolhedor.Por incrível que pareça, a Ausenda não foi a primeira a chegar. Desta vez foi a Beta e o filho, o Diogo. Logo de seguida apareceu a nossa Isabelinha, a rapariga mais justa e com mais capacidade de análise de toda a História das Relações Internacionais! O Ginho, a Fátima, a Filomena, o Carneiro e o Jorge que afinal estava na esplanada com um amigo e ainda não tinha percebido que estávamos lá dentro, o Adelino e o filho Clement e finalmente a Miguel, foram chegando mais ou menos por esta ordem. O Raúl iria ter diretamente ao restaurante.





Durante a hora que estivemos no Brasileira aproveitamos para pôr alguma conversa em dia, enquanto o Diogo e o Clement encontravam de imediato interesses comuns no computador e nos jogos dos respetivos telemóveis.

A Isabel ia já revelando a cada frase proferida a sua inigualável capacidade de análise. Cada sentença sua era escutada com respeito e admiração por todos os presentes.

À hora marcada, segundo o programa da Filomena, a procissão saiu, com "início no Largo Barão de S. Martinho, passando depois o percurso pedestre pela rua do Souto, largo do Paço, rua D. Diogo de Sousa, Arco da Porta Nova, Campo das Hortas.

- 20h15 - fogo de artifício de boas vindas com "majorettes"

- 20h20 - aperitivos minhotos do Alexandre."



 que foi o restaurante escolhido. Pelo caminho a Isabel foi tecendo comentários a diverssíssimos assuntos, revelando todo o seu ecletismo intelectual e inteligência superior.

Já no restaurante, chegou o Raúl, saudado por todos.


O Ginho revelou que a Myléne não pôde vir por estar grávida de gémeas, esclarecendo que não tinha nada a ver com o assunto. A Filomena lembrou que quando jantamos no S. Frutuoso engravidou, pelo que todas juraram nunca mais ir jantar a esse restaurante. A Anita também não pôde estar porque como teria que vir para Fafe no fim de semana seguinte, seria inconstitucional vir também neste.O Raul e a Fátima fartaram-se de trocar informações e opiniões sobre os assuntos da Comissão Europeia em Bruxelas e no Luxemburgo embora nos tivessem decepcionado porque não revelaram nenhum segredo escabroso, excepto o facto de já terem partilhado a mesma chefe, o que nos pareceu bastante imoral.

O Carneiro revelou que a Miúcha o bloqueou no facebook, o que não abona nada a favor da integridade moral do Carneiro.

Entre polvo à lagareiro, papas de sarrabulho, rojões, cabrito, uma garrafa de Monte Velho branco para o Ginho e a Miguel e uma garrafa de Esteva tinto para os outros todos, lá se foi passando a noite.





Com um projetor e power point, tivemos uma homenagem à nossa querida Áurea, que foi recordada por todos com saudade e emoção. O wi-fi ainda deu para visitar este nosso blog e recordar alguns dos momentos mais divertidos da nossa História.

Quando o pessoal do restaurante já não aguentava mais ver-nos à frente, lá aceitamos ir embora.


Uma foto de conjunto foi tirada à porta, seguindo depois o grupo, um pouco mais reduzido, já que o Adelino, o Jorge e a Beta tiveram que levar os moços prá cama, em direção à Sé, o local mais in da movida bracarense atual. Tentamos entrar na Catedral para rezar um bocado mas estava fechada. Assim, fomos prá casa de chá. E era mesmo uma casa de chá! Tinha chá comó caraças, de todos os tipos feitios e cores! O Ginho ficou logo mal disposto e pediu um fino para desenjoar. O Carneiro teve vergonha e seguiu-lhe o exemplo. Mas o diabo dos finos foram tão difíceis de conseguir como se tivéssemos pedido um cházinho na tasca do Quim Conas, em Guimarães. O Raúl manteve-se no chá, o que fez o Ginho tossir nervosamente por várias vezes. É que juntando isto a várias frase soltas durante a noite, o Raúl começa a ter um je ne sais quoi de esquisito!

Bem, mas o ponto alto da noite aconteceu mesmo no caminho para a casa de chá. Ao passarmos por um grupo de casais que revelavam ter uma idade próxima da nossa, a Isabel, de forma perfeitamente genial, virando-se para os homens do nosso grupo, emitiu a seguinte frase que se tornará sem dúvida um paradigma de inteligência e um dogma de bom gosto: "É pá, tenho que reconhecer que vocês estão muito mais bem conservados que aqueles fulanos. Pelo menos não têm bigode!"

Ganda Isabel! Obrigado por seres quem és! Se tivéssemos mais como tu, este país não tinha chegado onde chegou!

Viva RI 84/88! Até ás bodas de ouro!

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